A vesícula biliar é um órgão que armazena bile produzida pelo fígado, auxiliando na digestão de gorduras. Quando desenvolve doenças como cálculos (pedra na vesícula), inflamações ou pólipos, pode indicar sua remoção cirúrgica.
O Dr. César Cappabianco, com mais de 20 anos de experiência, oferece diagnóstico preciso e tratamento cirúrgico das doenças da vesícula biliar. A cirurgia laparoscópica é a técnica de escolha, proporcionando recuperação mais rápida e menor desconforto pós-operatório comparada à cirurgia aberta tradicional.
Diagnóstico e tratamento especializado das principais doenças que afetam a vesícula biliar
Principais sintomas que indicam problemas na vesícula biliar
Caracteristicamente do lado direito, abaixo da costela, podendo irradiar para costas
Náuseas, vômitos, cólica, intolerância a alimentos gordurosos, perda de apetite ou inapetencia.
Alta e dor lancilante, icterícia (pele e mucosa amareladas), urina escura e fezes esbranquiçadas indicam complicações que requerem avaliação imediata.
Ultrassom abdominal é o exame principal, podendo ser complementado por tomografia, ressonância magnética ou ecoendoscopia conforme necessidade
A colecistectomia laparoscópica é o procedimento padrão para tratamento de pedra na vesícula e outras doenças biliares. O médico especialista realiza a retirada da vesícula através de pequenas incisões: 5 a 10 milimetros, utilizando câmera de alta definição e instrumentos longos e finos, como pinças, tesoura e gancho..
Esta técnica minimamente invasivatem a grande vantagem de muito menos dor e retorno às atividades normais mais precocemente. Consulte o cirurgião, para melhor avaliar se o seu caso tem indicação cirúrgica. Vários fatores influenciam nesta decisão.
Preparo adequado e cuidados pós-cirúrgicos para recuperação otimizada
O Dr. César oferece tratamento completo das doenças da vesícula biliar com especialização em cirurgia do aparelho digestivo e ampla experiência em colecistectomia laparoscópica. utiliza técnicas minimamente invasivas e oferece acompanhamento personalizado desde o diagnóstico até a recuperação completa.
Nem sempre. Cálculos assintomáticos podem ser acompanhados. A cirurgia é indicada quando há sintomas, complicações ou ainda casos específicos como em diabéticos ou suspeita de câncer.
Sim. A vesícula formadora de cálculos é um órgão doente e é possível conviver na sua ausência com adaptação do organismo a esse novo processamento da bile sendo liberado do figado direto para o intestino. Após sua remoção, o fígado continua produzindo bile que flui diretamente para o intestino.
Na maioria dos casos sim. Situações como inflamação intensa, aderências ou anatomia alterada podem requerer conversão para cirurgia aberta durante o procedimento.
A colecistectomia laparoscópica dura entre 30 a 60 minutos, podendo estender mais em casos mais complexos ou não corriqueiros.
Nos primeiros dias. Gradualmente a alimentação vai sendo normalizada, pois o organismo se adapta à ausência da vesícula.
Existem casos de cálculos residuais apos alguns meses da cirurgias, felizmente não são comuns.
Após a primeira semana de cirurgia, podem ser efetuadas atividades leves, sem esforço físico. Para tal, a média de retorno incide após o primeiro mês.
Como toda cirurgia, existem riscos como sangramento, infecção e lesões inadvertidas. São complicações raras quando realizada por cirurgião experiente.